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Um simples chip eletrônico, menor que a unha de um mindinho, exige 72 gramas de substâncias químicas e 32 litros de água para ser produzido. Cerca de 70% dos metais pesados dos aterros vêm de lixo eletrônico. A incineração despeja na atmosfera substâncias tóxicas e cancerígenas, como as dioxinas. No Brasil, o número de aparelhos obsoletos também cresce. Especialistas avaliam que 94% dos componentes dos computadores podem ser reciclados. Muitas peças eletrônicas são feitas de metais pesados, como mercúrio, níquel, cádmio, arsênico e chumbo, com efeitos tóxicos para a saúde do ser humano. O jeito de evitar que o veneno decomposto do "lixo eletrônico" afete o usuário é armazenar equipamentos em aterros industriais superprotegidos ou reciclá-los. Na tradicional limpeza geral, muitas pessoas vão concretizar o desejo de descartar aquela velha CPU e o monitor ou mesmo uma televisão antiga encostada há tanto tempo em determinada repartição pública, privada ou cômodo de uma residência. O projeto Lixo Digital da ISAK Consultoria, Assessoria e Serviços com o apoio dos parceiros vem com a proposta de responsabilidade social e ambiental.
A ISAK Consultoria, Assessoria e Serviços criou o projeto Lixo Digital com o objetivo de dar um destino adequado ao lixo digital, reaproveitando as partes úteis (principalmente de computadores) para montagem de outros computadores que serão doados para empreendimentos de economia solidária de pequeno porte e para projetos sociais comunitários. |
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